"(...)para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida." Romanos 6.4b
Um dos atributos de Deus é a imutabilidade, tendo por base Sua autoexistência, eternidade e perfeição. Em linhas gerais, Ele é imutável em sua natureza perfeita, em suas promessas e misericórdia; tudo acontece conforme seus planos e nada pode obstar Sua vontade.
No entanto, o agir de Deus em nossas vidas é dinâmico. Segundo o texto acima, os que creem em Jesus ressuscitam para uma nova vida, devendo, a partir daí, ter a disposição da mente moldada pelo conhecimento do evangelho e poder do Espírito, tornando-se sensível para experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus (Rm 12.2).
Outra passagem que ressalta a importância de andar em novidade de vida, entre outras, é a de Filipenses 3.13, em que Paulo afirmava que se esquecia das coisas que ficavam para trás e avançava. Penso que esse esquecimento envolve tanto as coisas ruins quanto as boas, pois ao prender-nos a erros ou situações desagradáveis passadas, carregamos um fardo desnecessário de lamentações e culpa que nos impedem de prosseguir, já que remoemos algo que não poderá ser mudado. Por outro lado, a prisão a experiências boas também nos impede de avançar, vez que o saudosismo eleva demais o passado em detrimento do presente. Ou seja, a regra é desapegar do passado! Porém, se for para trazer algo à memória, que seja somente o que dá esperança; em vez de lembrar os erros, lembremo-nos das lições aprendidas com eles.
A prisão do passado, assim como nossos pecados, nos impede de experimentar o novo de Deus, por isso devemos sempre nos esvaziar para seguir Cristo e encher-nos do Espírito, a fim de sermos moldados conforme Sua vontade. Se não o fizermos, seremos como um odre velho que, pelo seu desgaste, é incapaz de conter o vinho novo (Mt 9.17).
Embora Deus seja imutável, faz o novo todos os dias; portanto, vivamos esse paradoxo!!
Outra passagem que ressalta a importância de andar em novidade de vida, entre outras, é a de Filipenses 3.13, em que Paulo afirmava que se esquecia das coisas que ficavam para trás e avançava. Penso que esse esquecimento envolve tanto as coisas ruins quanto as boas, pois ao prender-nos a erros ou situações desagradáveis passadas, carregamos um fardo desnecessário de lamentações e culpa que nos impedem de prosseguir, já que remoemos algo que não poderá ser mudado. Por outro lado, a prisão a experiências boas também nos impede de avançar, vez que o saudosismo eleva demais o passado em detrimento do presente. Ou seja, a regra é desapegar do passado! Porém, se for para trazer algo à memória, que seja somente o que dá esperança; em vez de lembrar os erros, lembremo-nos das lições aprendidas com eles.
A prisão do passado, assim como nossos pecados, nos impede de experimentar o novo de Deus, por isso devemos sempre nos esvaziar para seguir Cristo e encher-nos do Espírito, a fim de sermos moldados conforme Sua vontade. Se não o fizermos, seremos como um odre velho que, pelo seu desgaste, é incapaz de conter o vinho novo (Mt 9.17).
Embora Deus seja imutável, faz o novo todos os dias; portanto, vivamos esse paradoxo!!
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