Image and video hosting by TinyPic

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Devocional 58 - O peso da minha oração


"E, quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros. Eu asseguro que eles já receberam sua plena recompensa. Mas, quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará. E, quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não sejam iguais a eles, porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem.” Mateus 6.5-8.

Sabemos orar? Ou mais simples que isso, sabemos de fato o que é oração?

     Muito mais do que aquilo que aprendemos quando crianças, ou quando nos convertemos de fato, de que a oração é quando falamos com Deus; oração é interação. É quando vou até Deus e Ele vem até mim com respostas (não entenda resposta como aquilo que eu espero, mas o que é melhor pra mim – Jr 29.11). Quem ora não fala apenas, tem que estar disposto a ouvir. E não é fácil. Só enxergamos isso quando tornamos a oração um estilo de vida, e assim aprofundamos nossa relação com Deus. Orar é nosso termômetro espiritual, faz parte da nossa natureza, assim como respirar, comer.
     E porque isso é importante? É em nossa comunhão diária que aumentamos nossa fé; que promovemos lugar para descarregar nossos fardos; aprendemos que Deus está perto e que não precisamos nos desesperar; e de que, principalmente, a oração muda vidas. Mas de quem?  - de nós mesmos (Jó 42.1).
     E como viver essa vida de oração? É muito fácil apontar defeitos sem dar solução. E fazemos muito isso em nosso cotidiano. Mas Graças a Deus que Ele não nos trata da mesma maneira. E uma prova disso é que a Bíblia não fala de oração apenas nos “desabafos” de Paulo e Tiago, de que não sabemos orar (Rm 8), e que quando fazemos, o fazemos mal (Tg 4.3), pois se assim fosse estaríamos perdidos, sem saber o que fazer.
    Pelo contrário, são várias as vezes que a Palavra de Deus nos deixa exemplos de vida de oração, sendo Jesus o nosso maior exemplo. Em tudo o que ia fazer, pedia orientação do Pai antes.
    Ele mesmo nos deixa um modelo, não para ser um fala mecânica cheias de vãs repetições, porque ele próprio condena isso, mas para nos ajudar na maneira correta de se VIVER em oração. Assim, podemos dividir o texto clássico de Mateus 6.9-13, em fases que devemos reconhecer em nossas vidas, primeiro, para mudar nosso modo de agir:

1) Primeiramente, devemos glorificar o nome e a santidade de Deus, antes de qualquer ação ou petição. Isso revela nossa maturidade cristã e o quão íntimo estamos do Senhor. O livro de salmos é um exemplo disso quando seus autores escrevem orações que exaltam e reconhecem o nome de Deus acima de qualquer circunstância (8, 18, 23, 27, 46);
2) Podemos pedir sim, mas temos que aceitar a vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável, entendendo que TUDO o que Ele tem feito é justo e bom. E mais uma vez Jesus é exemplo disso quando Ele ora no Getsêmani (Lc. 22.42);
3) Devemos colocar nossas necessidades diante de Deus diariamente. Isso cria um sentimento de dependência de Deus, tendo fé de que Ele ouve e vai dar aquilo que precisamos (Jr. 29.12-13; 2 Cr. 7.14; Jo 14.13-14; Mc 11.24-25);
4) Devemos reconhecer nossos erros, pedir perdão e sempre lembrar de buscar o bom relacionamento com nosso próximo (Mc 12.33);
5)  E por último, estar sempre alerta, nos desviando das brechas que nos são colocadas todos os dias, tendo cuidado com o mal (Ef. 6.18; Lc 21.36).

Portanto, muito mais do que saber o que falar com Deus, devemos viver essa transformação a cada dia. E só conseguimos isso quando reconhecemos a importância do orai sem cessar! Deus os abençoe. - Débora Silveira

0 comentários on "Devocional 58 - O peso da minha oração"

Postar um comentário

 

Uma Vida de Mudança Copyright 2008 All Rights Reserved: Designed by Ipiet | Image Presented by Tadpole's Notez | Atualizado por: Matheus Diório