"Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos deixei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também." João 13.14 e 15
Jesus, sendo o Mestre, Rei e Senhor sobre todas coisas, não usurpou ser igual a Deus; antes, assumiu a posição de servo. Com essa atitude, escandalizou seus discípulos (que demoraram um tempo para entender de que se tratava), pois o que fizera era atribuição de um escravo. Dessa forma, Ele deixou bem claro que somos chamados a seguir seu exemplo e ser servos.
Porém, não é algo fácil, já que temos o costume de agir como senhores. Adotamos essa postura quando, por exemplo, assumimos o controle de nossas vidas, embora até tenhamos a intenção de buscar a vontade de Deus, mas no fundo, queremos nossa própria vontade; muitas vezes nossas atividades como igreja passam a ser para nosso próprio prazer e entretenimento; também pedimos algo a Deus esperando retribuição; não assumimos o compromisso de ser discípulos e discipular; às vezes só queremos receber e crescer, sem se importar com as pessoas que nos cercam.....entre outras maneiras de "ser servido".
Como Jesus estava em completa conexão e submissão à vontade do Pai, não há dúvidas de que, ao servir a seus seguidores (inclusive Judas, diga-se de passagem), também estava servindo a Deus. Em 1 Pedro 4.10 somos conclamados a usar nossos dons em serviço dos outros e não para nossa autoedificação, a fim de administrar de várias maneiras a graça de Deus e crescer como corpo bem ajustado.
Talvez uma explicação plausível para a dificuldade de colocar em prática esses ensinamentos seja a cultura individualista e antropocêntrica em que estamos inseridos. Só que não somos desse mundo, nem fomos feitos para ele. A vida com Deus requer renúncia a todos os títulos, zonas de conforto, orgulho, enfim, ao "eu", para que sejamos cheios do Espírito. Se realmente amamos Jesus, guardamos seus mandamentos; seus mandamentos, por sua vez, são: que amemos Deus acima de tudo e amemos o próximo como nós mesmos.
Em meio a muitos "senhores", somos chamados a servir.
Porém, não é algo fácil, já que temos o costume de agir como senhores. Adotamos essa postura quando, por exemplo, assumimos o controle de nossas vidas, embora até tenhamos a intenção de buscar a vontade de Deus, mas no fundo, queremos nossa própria vontade; muitas vezes nossas atividades como igreja passam a ser para nosso próprio prazer e entretenimento; também pedimos algo a Deus esperando retribuição; não assumimos o compromisso de ser discípulos e discipular; às vezes só queremos receber e crescer, sem se importar com as pessoas que nos cercam.....entre outras maneiras de "ser servido".
Como Jesus estava em completa conexão e submissão à vontade do Pai, não há dúvidas de que, ao servir a seus seguidores (inclusive Judas, diga-se de passagem), também estava servindo a Deus. Em 1 Pedro 4.10 somos conclamados a usar nossos dons em serviço dos outros e não para nossa autoedificação, a fim de administrar de várias maneiras a graça de Deus e crescer como corpo bem ajustado.
Talvez uma explicação plausível para a dificuldade de colocar em prática esses ensinamentos seja a cultura individualista e antropocêntrica em que estamos inseridos. Só que não somos desse mundo, nem fomos feitos para ele. A vida com Deus requer renúncia a todos os títulos, zonas de conforto, orgulho, enfim, ao "eu", para que sejamos cheios do Espírito. Se realmente amamos Jesus, guardamos seus mandamentos; seus mandamentos, por sua vez, são: que amemos Deus acima de tudo e amemos o próximo como nós mesmos.
Em meio a muitos "senhores", somos chamados a servir.
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